quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Se eu soubesse ...


Se algum dia eu soubesse que nunca mais veria você ... eu lhe daria um abraço mais forte. 

Se eu soubesse que seria a última vez a ouvir a sua voz ... eu gravaria cada movimento e cada palavra, para revê-los depois todos os dias.

Se eu soubesse que hoje seria o último dia a compartilhar com você ... o sentiria muito mais intensamente em vez de deixá-lo simplesmente passar.

Sempre acreditamos que haverá o amanhã para corrigir um descuido, para ter uma segunda chance de acertar. Será que haverá uma chance para dizer "posso fazer alguma coisa por você"?

O amanhã não é garantido para ninguém, seja para jovens, ou mais velhos, e hoje pode ser a última chance de abraçarmos aqueles que amamos. Então, se estamos esperando pelo amanhã, por que não agirmos hoje?

Assim, se o amanhã nunca chegar, não teremos arrependimentos de não termos aproveitado um momento para um sorriso, para um abraço, para um beijo por uma gentileza, porque estávamos muito ocupados para dar a alguém o que poderia ser o seu último desejo.

Abracemos hoje aqueles que amamos, dizendo-lhes o quanto nos são raros e que sempre os amamos. Encontremos tempo para dizer: "Desculpe-me", "Perdoe- me", "Obrigado", "Eu perdoo você".

Sempre há tempo para amarmos. E se não houver amanhã, também não haverá remorsos de hoje para carregarmos.

Pense nisso agora!

Desconheço o autor.
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Claudia Mei
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Clarice Lispector
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