quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Reflexões


Do mal, muita coisa boa resultou.

Mantendo-me calmo, nada reprimindo, permanecendo atento e aceitando a realidade; vendo as coisas como elas são e não como eu queria que elas fossem... Ao fazer tudo isso, adquiri um conhecimento incomum, assim como poderes invulgares, de uma amplitude que jamais poderia ter imaginado.

Sempre pensara que quando aceitamos as coisas,  elas nos sobrepujam de um modo ou de outro. Resulta que isso não é verdade em absoluto.

É somente aceitando as coisas que podemos assumir uma atitude em relação a elas.  Por isso, tenciono agora fazer o jogo da vida, ser receptivo a tudo que me chegar, bom e mal, sol e sombra, alternando-se eternamente; e, desta forma, aceitar também minha própria natureza, com seus aspectos positivos e negativos. Assim, tudo se torna mais vivo para mim.

Que insensato eu fui! Como me esforcei para forçar todas as coisas a harmonizarem-se com o que eu pensava que devia ser!

Carl Gustav Jung.

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Claudia Mei
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Clarice Lispector
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