terça-feira, 7 de agosto de 2012

A borboleta


A borboleta fica enclausurada em seu casulo, aguardando o momento da transformação, da libertação.

Nossa vida é reflexo do que pensamos e, consequentemente, do que sentimos. Quando estamos presos a pensamentos sombrios, negativos, estamos nos mantendo imóveis na escuridão do claustro a que nós mesmos nos confinamos.

Conseguir romper essa barreira, direcionando nossos pensamentos, transformando nossos sentimentos em ideais de confiança, realização, plenitude, é a libertação da opressão que nós mesmos nos impusemos. É a libertação de nossa alma, de nossa vida, quando podemos, suave e alegremente, descortinar as cores que a luz nos apresenta, podemos voar livremente pela infinitude de nossas realizações, ganhar o espaço ilimitado da plenitude da vida.

Carregamos, ainda assim, junto a nossas asas, a lembrança do que fomos, do que éramos, acumulada em conhecimento e sabedoria, que será nosso guia, nosso orientador, que vai nos direcionar na certeza das escolhas, nessa aventura para descortinar nosso próprio Universo.

Desconheço o autor.

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Claudia Mei
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Clarice Lispector
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