terça-feira, 8 de maio de 2012

Receita de alegria


Jogue fora todos os números não essenciais para tua sobrevivência. Isto inclui idade, peso e altura. Que eles preocupem ao médico. Para isto o pagamos.

Conviva, de preferência, com amigos alegres. Os pessimistas não são convenientes para ti.

Continue aprendendo...

Aprenda mais sobre computadores, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe teu cérebro desocupado. Uma mente sem uso é oficina do diabo. E o nome do diabo é “Alzheimer”.

Ria sempre, muito e alto. Ria até não poder mais. Inclusive de ti mesmo! E quando as lágrimas chegarem, aguente, sofra e ... siga adiante!

Agradeça cada dia que amanhece como uma nova oportunidade para fazer aquilo que ainda não teve coragem de começar. Do princípio ao fim.

Prefira novos caminhos do que voltar a caminhos mil vezes trilhados.

Apaga o cinza de tua vida. E acenda as cores que carrega dentro de ti.

Desperta teus sentidos para que não percas tudo de belo e formoso que te cercas.

Contagie de alegria ao teu redor e tente ir além das fronteiras pessoais a que tenhas chegado aprisionado pelo tempo. Porém lembra-te: a única pessoa que te acompanha a vida inteira és tu mesmo.

Cerca-te daquilo que gostas: família, animais, lembranças, música, plantas, um hobby, seja o que for.

Teu lar é teu refúgio, porém não fiques trancado nele.

Teu melhor capital, a saúde. Aproveite-a. Se é boa, não a desperdice; se não é, não a estrague mais.

Não se renda à nostalgia. Saia à rua. Vá à uma cidade vizinha, a um país estrangeiro...
Porém não viaje ao passado porque dói!

Diga a quem ama, que realmente a ama e faça isso em todas as oportunidades que tiver.

E lembra-te sempre que a vida não se mede pelo número de vezes que respirastes, mas pelos momentos que teu coração palpitou forte: de muito rir; de surpresa; de êxtase; de felicidade... E sobretudo, de amar sem medida.

“Há pessoas que transformam o sol em uma pequena mancha amarela, porém há também as que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol” (Pablo Picasso).

Desconheço a autoria.

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Claudia Mei
É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Clarice Lispector
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