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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Nem sempre querer é poder
Nem sempre querer é poder, porque às vezes a gente quer, mas ainda não pode. Ainda não consegue realizar.
Não faz mal: a vontade que é legítima, alinhada com a alma, caminha conosco, paciente, fresca, bondosa, até que a gente possa.
Às vezes, isso parece muito longe, mas é só o tempo do cultivo. As flores, como algumas vontades, também desabrocham somente quando conseguem.
Ana Jácomo.
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sábado, 9 de junho de 2012
Flores
As pessoas dão flores de presente porque nas flores está o verdadeiro sentido do amor.
Quem tentar possuir uma flor verá sua beleza murchando, mas quem apenas olhar uma flor no campo permanecerá para sempre com ela. Porque ela combina com a tarde, com o pôr-do-sol, com o cheiro da terra molhada e com as nuvens no horizonte.
Você nunca será minha e por isto terei você para sempre!
Paulo Coelho, em "Brida".
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Quem tentar possuir uma flor verá sua beleza murchando, mas quem apenas olhar uma flor no campo permanecerá para sempre com ela. Porque ela combina com a tarde, com o pôr-do-sol, com o cheiro da terra molhada e com as nuvens no horizonte.
Você nunca será minha e por isto terei você para sempre!
Paulo Coelho, em "Brida".
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Perseverança
Jogo a minha rede no mar da vida e às vezes, quando a recolho, descubro que ela retorna vazia. Não há como não me entristecer e não há como desistir.
Deixo a lágrima correr, vinda das ondas que me renovam por dentro, em silêncio: dor que não verte, envenena.
O coração marejado, arrumo, como posso, os meus sentimentos. Passo a limpo os meus sonhos. Ajeito, da melhor forma que sei, a força que me move. Guardo a minha rede e deixo o dia dormir.
Com toda a tristeza pelas redes que voltam vazias, sou corajosa o bastante para não me acostumar com essa ideia.
Se gente não fosse feita pra ser feliz, Deus não teria caprichado tanto nos detalhes.
Perseverança não é somente acreditar na própria rede. Perseverança é não deixar de crer na capacidade de renovação das águas.
Hoje o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo.
Hoje o dia pode não ter sido bom, mas amanhã será outro mar. E eu estarei lá na beira da praia de novo.
Ana Jácomo.
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terça-feira, 22 de maio de 2012
Do deserto
Por quantas dimensões a vida precisa passar?
Por quantas estradas precisamos caminhar em busca do grande segredo da existência?
A tarefa é difícil, mas não há argumento que nos impeça de seguir adiante.
Por quantas estradas precisamos caminhar em busca do grande segredo da existência?
A tarefa é difícil, mas não há argumento que nos impeça de seguir adiante.
Não sabemos o que levou as coisas a serem como são. Não sabemos o que nos espera adiante. Mas devemos tentar ir o mais longe possível.
Mesmo no meio do deserto, é importante descobrir as maravilhas enterradas na areia.
Texto do poeta L. Eisley (1907-1977).
Mesmo no meio do deserto, é importante descobrir as maravilhas enterradas na areia.
Texto do poeta L. Eisley (1907-1977).
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sexta-feira, 13 de abril de 2012
A casa dos mil espelhos
Tempos atrás, em um distante e pequeno vilarejo, havia um lugar conhecido como a casa dos 1000 espelhos. Um pequeno e feliz cãozinho soube deste lugar e decidiu visitar. Lá chegando, saltitou, feliz, escada acima até a entrada da casa.
Olhou através da porta de entrada com suas orelhinhas bem levantadas e a cauda balançando tão rapidamente quanto podia. Para sua grande surpresa, deparou-se com outros 1000 pequenos e felizes cãezinhos, todos com suas caudas balançando tão rapidamente quanto a dele. Abriu um enorme sorriso e foi correspondido com 1000 enormes sorrisos. Quando saiu da casa, pensou:
- Que lugar maravilhoso! Voltarei sempre, um montão de vezes!
Neste mesmo vilarejo, um outro pequeno cãozinho, que não era tão feliz quanto o primeiro, decidiu visitar a casa. Escalou lentamente as escadas e olhou através da porta. Quando viu 1000 olhares hostis de cães que lhe olhavam fixamente, rosnou e mostrou os dentes e ficou horrorizado ao ver 1000 cães rosnando e mostrando os dentes para ele. Quando saiu, ele pensou:
- Que lugar horrível! Nunca mais volto aqui...
Todos os rostos do mundo são como espelhos. Prontos para refletir aquilo que você oferecer.
Pensando nisso, que tipo de reflexos você anda percebendo?
Folclore japonês.
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Sonhe
A mente cria infinitos caminhos alternativos para a realização de nossos sonhos. Faça sua escolha e siga em frente. Só não desperdice energia, nem fique paralisado pelas preocupações que conduzirão ao seu sonho.
Uma pedra que rola montanha abaixo se movimenta com velocidade cada vez maior. Assim é com seu sonho. À medida que ele começa a se realizar, a velocidade de realização aumenta.
Extraída do livro "O Principio do TAO Aplicado ao Cotidiano.".
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A verdadeira amizade
5 Boca doce granjeia muitos amigos e lábios afáveis atraem saudações.
6 Sejam muitos os teus amigos, mas o teu confidente um só entre mil.
7 Queres ter um amigo? Adquire-o com a prova e não te apresses em confiar nele;
8 porque há amigo que se vai com o tempo, e no dia da tribulação não é constante.
9 Há amigo que se torna inimigo, e descobrirá, para tua vergonha, querelas.
10 Há amigo que só o é para a mesa, e que nos dias da desgraça desaparece;
11 na tua prosperidade é como se fosse outro tu, na tua desventura afasta-se de ti;
12 se te colhe o infortúnio, volta-se contra ti, e oculta-se da tua presença.
13 Permanece afastado de teus inimigos, e com os teus amigos tem cuidado.
14 Um amigo fiel é um refúgio poderoso, e quem o encontra, achou um tesouro.
15 Amigo leal não tem preço, e nada se iguala ao seu valor.
16 Bálsamo vital é o amigo fiel; os que temem a Deus o encontram.
17 O que teme a Deus é constante na sua amizade porque qual é ele, tal é também o seu amigo.
Eclesiástico, 6, 5-17.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Paz
Despir uma peça e outra da ansiedade, deixar o tempo das coisas fluir em paz, afrouxar a ideia fixa um pouquinho, diminuir o volume da barulheira mental, mudar o destino do foco, só pra variar, mesmo que nem dure muito, costuma criar um lugar de descanso aprazível e reparador na vida da gente.
Quando não há mais nada que possamos fazer para tentar modificar algumas circunstâncias, o que existe de mais confortável no mundo é a liberdade da entrega e a coragem da aceitação de que as coisas possam ser simplesmente como são.
Ana Jácomo.
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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Desejos
Que o medo não nos paralise. Que toda tristeza venha só de visita, com hora marcada e passagem pra ir embora.
Que os sorrisos nos fortaleçam.
Que os amigos nos amparem.
Que a alegria seja o pão-nosso-de-cada-dia.
Que cada um cuide do que diz e do que sente, sem dar importância demais aos que os outros pensam.
Que o sono venha de uma consciência tranquila.
Que a felicidade, nunca, jamais, em tempo algum, seja vendida em cápsulas numa farmácia.
Que o amor seja capaz de transformar o mundo à nossa volta.
Que os anjos digam Amém.
Que os sorrisos nos fortaleçam.
Que os amigos nos amparem.
Que a alegria seja o pão-nosso-de-cada-dia.
Que cada um cuide do que diz e do que sente, sem dar importância demais aos que os outros pensam.
Que o sono venha de uma consciência tranquila.
Que a felicidade, nunca, jamais, em tempo algum, seja vendida em cápsulas numa farmácia.
Que o amor seja capaz de transformar o mundo à nossa volta.
Que os anjos digam Amém.
Cris Carvalho.
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sábado, 31 de dezembro de 2011
Tomara...
Tomara que os olhos de inverno das circunstâncias mais doídas não sejam capazes de encobrir por muito tempo os nossos olhos de sol.
Que toda vez que o nosso coração se resfriar à beça, e a respiração se fizer áspera demais, a gente possa descobrir maneiras para cuidar dele com o carinho todo que ele merece.
Que lá no fundo mais fundo do mais fundo abismo nos reste sempre uma brecha qualquer, ínfima, tímida, para ver também um bocadinho de céu.
Tomara que os nossos enganos mais devastadores não nos roubem o entusiasmo para semear de novo.
Que a lembrança dos pés feridos quando, valentes, descalçamos os sentimentos, não nos tire a coragem de sentir confiança.
Que sempre que doer muito, os cansaços da gente encontrem um lugar de paz para descansar na varanda mais calma da nossa mente.
Que o medo exista, porque ele existe, mas que não tenha tamanho para ceifar o nosso amor.
Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo.
Que a gente reconheça o poder do outro sem esquecer do nosso.
Que as mentiras alheias não confundam as nossas verdades, mesmo que as mentiras e as verdades sejam impermanentes.
Que friagem nenhuma seja capaz de encabular o nosso calor mais bonito.
Que, mesmo quando estivermos doendo, não percamos de vista nem de sonho a ideia da alegria.
Tomara que, apesar dos apesares todos, dos pesares todos, a gente continue tendo valentia suficiente para não abrir mão de se sentir feliz.
Tomara...
Ana Jácomo.
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Um conto de Natal
Tudo começou porque Mike odiava o Natal.
Claro que não odiava o verdadeiro sentido do Natal, mas seus aspectos comerciais. Os gastos excessivos, a corrida frenética na última hora para comprar presentes para alguém da parentela de quem se havia esquecido.
Sabendo como ele se sentia, um certo ano a esposa decidiu deixar de lado as tradicionais camisetas, casacos, gravatas e coisas do gênero. Procurou algo especial só para Mike. A inspiração veio de uma forma um tanto incomum.
O filho Kevin, que tinha 12 anos na época, fazia parte da equipe de luta livre da sua escola. Pouco antes do Natal houve um campeonato especial contra uma equipe patrocinada por uma associação da parte mais pobre da cidade.
Esses jovens usavam tênis tão velhos que a impressão que passavam é de que a única coisa que os segurava eram os cadarços. Contrastavam de forma gritante com os outros jovens, vestidos com impecáveis uniformes azuis e dourados e tênis especiais novinhos em folha.
Quando o jogo acabou, a equipe da escola de Kevin tinha arrasado com eles. Foi então que Mike balançou a cabeça, triste, e falou: queria que pelo menos um deles tivesse ganhado. Eles têm muito potencial, mas uma derrota dessas pode acabar com o ânimo deles.
Mike adorava crianças. Todas as crianças. E as conhecia bem, pois tinha sido técnico de times mirins de futebol, basquete e vôlei.
Foi aí que a esposa teve a idéia.
Naquela tarde, foi a uma loja de artigos esportivos e comprou capacetes de proteção e tênis especiais e enviou, sem se identificar, para a associação que patrocinava aquela equipe.
Na véspera de Natal deu ao marido um envelope com um bilhete dentro, contando o que tinha feito e que esse era o seu presente para ele. O mais belo sorriso iluminou o seu rosto naquele Natal.
No ano seguinte ela comprou ingressos para um jogo de futebol para um grupo de jovens com problemas mentais.
No outro enviou um cheque para dois irmãos que tinham perdido a casa em um incêndio na semana anterior ao Natal.
O envelope passou a ser o ponto alto do Natal daquela família.
Os filhos deixavam de lado seus brinquedos e ficavam esperando o pai pegar o envelope e revelar o que tinha dentro.
As crianças foram crescendo. Os brinquedos foram sendo substituídos por presentes mais práticos, mas o envelope nunca perdeu o seu encanto.
Até que, no ano passado, Mike morreu. Chegou a época do Natal e a esposa estava se sentindo muito só. Triste. Quase sem esperanças. Mas, na véspera do Natal, ela preparou o envelope como sempre.
Para sua surpresa, na manhã seguinte, havia mais três envelopes junto dele. Cada um dos filhos, sem um saber do outro, havia colocado um envelope para o pai.
O verdadeiro espírito do Natal é o amor. Que nesta época, pelo menos, possamos exercitar nossa capacidade de doação.
Muito além dos presentes, da ceia, do encontro familiar, comemorar o Natal significa viver a mensagem do divino aniversariante, lançada há mais de 2000 anos e que até hoje prossegue ecoando nos corações!
Desconheço a autoria.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2011
O caminho
Eu estava andando nos jardins de um asilo de loucos, quando encontrei um jovem rapaz, lendo um livro de filosofia.
Pelo seu jeito, e pela saúde que mostrava, não combinava muito com os outros internos.
Sentei-me ao seu lado e perguntei:
- O que você está fazendo aqui?
O rapaz olhou surpreso. Mas, vendo que eu não era um dos médicos, respondeu:
- É muito simples. Meu pai, um brilhante advogado, queria que eu fosse como ele. Meu tio, que tinha um grande entreposto comercial, gostaria que eu seguisse seu exemplo. Minha mãe desejava que eu fosse a imagem do seu adorado pai. Minha irmã sempre me citava seu marido como exemplo de um homem bem-sucedido. Meu irmão procurava treinar-me para ser um excelente atleta como ele.
Parou um instante e continuou:
- E o mesmo acontecia com meus professores na escola, o mestre de piano, o tutor de inglês - todos estavam determinados em suas ações e convencidos de que eram o melhor exemplo a seguir. Ninguém me olhava como se deve olhar um homem, mas como se olha no espelho.
- Dessa maneira, resolvi me internar neste asilo. Pelo menos aqui eu posso ser eu mesmo.
Pelo seu jeito, e pela saúde que mostrava, não combinava muito com os outros internos.
Sentei-me ao seu lado e perguntei:
- O que você está fazendo aqui?
O rapaz olhou surpreso. Mas, vendo que eu não era um dos médicos, respondeu:
- É muito simples. Meu pai, um brilhante advogado, queria que eu fosse como ele. Meu tio, que tinha um grande entreposto comercial, gostaria que eu seguisse seu exemplo. Minha mãe desejava que eu fosse a imagem do seu adorado pai. Minha irmã sempre me citava seu marido como exemplo de um homem bem-sucedido. Meu irmão procurava treinar-me para ser um excelente atleta como ele.
Parou um instante e continuou:
- E o mesmo acontecia com meus professores na escola, o mestre de piano, o tutor de inglês - todos estavam determinados em suas ações e convencidos de que eram o melhor exemplo a seguir. Ninguém me olhava como se deve olhar um homem, mas como se olha no espelho.
- Dessa maneira, resolvi me internar neste asilo. Pelo menos aqui eu posso ser eu mesmo.
Paulo Coelho.
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terça-feira, 15 de novembro de 2011
Sobre a sabedoria
Quando você conseguir superar graves problemas de relacionamentos, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de DEUS que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga. A superior alivia, a inferior culpa. A superior perdoa, a inferior condena.
Tenha sabedoria superior, seja um eterno aprendiz na escola da vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na benção de DEUS que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida, as coisas boas que surgiram nas dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade e lhe darão confiança diante de qualquer obstáculo.
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior. A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga. A superior alivia, a inferior culpa. A superior perdoa, a inferior condena.
Tenha sabedoria superior, seja um eterno aprendiz na escola da vida.
Chico Xavier .
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Viva o presente
Aborrecer-se com antecipação ou alimentar tristezas pelo passado apenas consomem a pessoa. São como o junco que fenece ao ser cortado.
O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações.
Mas está no viver sábia e seriamente o presente momento. Não viva no passado. Não sonhe com o futuro. Concentre a mente no momento presente.
O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações.
Mas está no viver sábia e seriamente o presente momento. Não viva no passado. Não sonhe com o futuro. Concentre a mente no momento presente.
Buda.
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terça-feira, 8 de novembro de 2011
Lição de vida
Tenha sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos … mas o que é importante não muda: a tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha … atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio…
Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas…
Continue, quando todos esperam que desista…
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você…
Quando não conseguir correr através dos anos, vá mais devagar. Se não conseguir ir mais devagar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca, nunca se detenha!
O teu espírito é como qualquer teia de aranha … atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio…
Enquanto estiver vivo, sinta-se vivo.
Se sentir saudades do que fazia, volte a fazê-lo. Não viva de fotografias amareladas…
Continue, quando todos esperam que desista…
Não deixe que enferruje o ferro que existe em você.
Faça com que, em vez de pena, tenham respeito por você…
Quando não conseguir correr através dos anos, vá mais devagar. Se não conseguir ir mais devagar, caminhe. Quando não conseguir caminhar, use uma bengala.
Mas nunca, nunca se detenha!
Madre Teresa de Calcutá.
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
O quebrador de pedras
Era uma vez um simples quebrador de pedras que estava insatisfeito consigo mesmo e com sua posição na vida. Um dia ele passou em frente a uma rica casa de um comerciante. Através do portal aberto ele viu muitos objetos valiosos e luxuosos e importantes figuras que frequentavam a mansão.
"Quão poderoso é este mercador!", pensou o quebrador de pedras. Ele ficou muito invejoso disso e desejou que ele pudesse ser como o comerciante. Para sua grande surpresa ele, repentinamente, tornou-se um comerciante, usufruindo mais luxos e poder do que ele jamais tinha imaginado, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele.
Um dia um alto oficial do governo passou à sua frente na rua, carregado em uma liteira de seda, acompanhado por submissos atendentes e escoltado por soldados, que batiam gongos para afastar a plebe. Todos, não importa quão ricos, tinham que se curvar à sua passagem.
"Quão poderoso é este oficial!" ele pensou. "Gostaria de poder ser um alto oficial!"
No mesmo instante ele tornou-se um alto oficial, carregado em sua liteira de seda para qualquer lugar que fosse, temido e odiado pelas pessoas à sua volta. Como era umm dia de verão quente, o oficial sentiu-se muito desconfortável na suada liteira de seda. Ele olhou para o Sol. Este fulgia orgulhoso no céu, indiferente pela sua reles presença abaixo.
"Quão poderoso é o Sol!" ele pensou. "Gostaria de ser o Sol!"
Então, ele tornou-se o Sol. Brilhando ferozmente, lançando seus raios para a terra sobre tudo e todos, crestando os campos, amaldiçoado pelos fazendeiros e trabalhadores. Mas um dia, uma gigantesca nuvem negra ficou entre ele e a terra, e seu calor não mais pôde alcançar o chão e tudo sobre ele.
"Quão poderosa é a nuvem de tempestade!" ele pensou "Gostaria de ser uma nuvem!"
Na mesma hora ele tornou-se a nuvem, inundando com chuva campos e vilas, causando temor a todos. Mas repentinamente ele percebeu que estava sendo empurrado para longe com uma força descomunal, e soube que era o vento que fazia isso.
"Quão poderoso é o Vento!" ele pensou. "Gostaria de ser o vento!"
Então, ele tornou-se o vento de furacão, soprando as telhas dos telhados das casas, desenraizando árvores, temido e odiado por todas as criaturas na terra!
Mas em determinado momento ele encontrou algo que ele não foi capaz de mover nem um milímetro, não importasse o quanto ele soprasse em sua volta, lançando-lhe rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha.
"Quão poderosa é a rocha!" ele pensou. "Gostaria de ser uma rocha!"
Então, ele tornou-se a rocha. Mais poderoso do que qualquer outra coisa na terra, eterno, imóvel. Mas enquanto ele estava lá, orgulhoso pela sua força, ele ouviu o som de um martelo batendo em um cinzel sobre uma dura superfície, e sentiu a si mesmo sendo despedaçado.
"O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?!?" pensou surpreso.
Então, olhando para baixo, ele viu a figura de um quebrador de pedras...
"Quão poderoso é este mercador!", pensou o quebrador de pedras. Ele ficou muito invejoso disso e desejou que ele pudesse ser como o comerciante. Para sua grande surpresa ele, repentinamente, tornou-se um comerciante, usufruindo mais luxos e poder do que ele jamais tinha imaginado, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele.
Um dia um alto oficial do governo passou à sua frente na rua, carregado em uma liteira de seda, acompanhado por submissos atendentes e escoltado por soldados, que batiam gongos para afastar a plebe. Todos, não importa quão ricos, tinham que se curvar à sua passagem.
"Quão poderoso é este oficial!" ele pensou. "Gostaria de poder ser um alto oficial!"
No mesmo instante ele tornou-se um alto oficial, carregado em sua liteira de seda para qualquer lugar que fosse, temido e odiado pelas pessoas à sua volta. Como era umm dia de verão quente, o oficial sentiu-se muito desconfortável na suada liteira de seda. Ele olhou para o Sol. Este fulgia orgulhoso no céu, indiferente pela sua reles presença abaixo.
"Quão poderoso é o Sol!" ele pensou. "Gostaria de ser o Sol!"
Então, ele tornou-se o Sol. Brilhando ferozmente, lançando seus raios para a terra sobre tudo e todos, crestando os campos, amaldiçoado pelos fazendeiros e trabalhadores. Mas um dia, uma gigantesca nuvem negra ficou entre ele e a terra, e seu calor não mais pôde alcançar o chão e tudo sobre ele.
"Quão poderosa é a nuvem de tempestade!" ele pensou "Gostaria de ser uma nuvem!"
Na mesma hora ele tornou-se a nuvem, inundando com chuva campos e vilas, causando temor a todos. Mas repentinamente ele percebeu que estava sendo empurrado para longe com uma força descomunal, e soube que era o vento que fazia isso.
"Quão poderoso é o Vento!" ele pensou. "Gostaria de ser o vento!"
Então, ele tornou-se o vento de furacão, soprando as telhas dos telhados das casas, desenraizando árvores, temido e odiado por todas as criaturas na terra!
Mas em determinado momento ele encontrou algo que ele não foi capaz de mover nem um milímetro, não importasse o quanto ele soprasse em sua volta, lançando-lhe rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha.
"Quão poderosa é a rocha!" ele pensou. "Gostaria de ser uma rocha!"
Então, ele tornou-se a rocha. Mais poderoso do que qualquer outra coisa na terra, eterno, imóvel. Mas enquanto ele estava lá, orgulhoso pela sua força, ele ouviu o som de um martelo batendo em um cinzel sobre uma dura superfície, e sentiu a si mesmo sendo despedaçado.
"O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?!?" pensou surpreso.
Então, olhando para baixo, ele viu a figura de um quebrador de pedras...
Desconheço a autoria.
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Fio de cabelo
Uma mulher acordou uma manhã, após a quimioterapia, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
- "Bom", ela disse, "acho que vou trançar meus cabelos hoje."
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- "Hummm", pensou, "acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje."
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- "Bem", ela disse, "hoje vou amarrar meu cabelo em rabo de cavalo."
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- "Yeeesss...", exclamou, "hoje não preciso pentear meu cabelo."
Atitude é tudo!!!
Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Preocupe-se em agradecer pelo que você é e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus.
- "Bom", ela disse, "acho que vou trançar meus cabelos hoje."
Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
- "Hummm", pensou, "acho que vou repartir meu cabelo no meio hoje."
Assim ela fez e teve um dia magnífico.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.
- "Bem", ela disse, "hoje vou amarrar meu cabelo em rabo de cavalo."
Assim ela fez e teve um dia divertido.
No dia seguinte ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
- "Yeeesss...", exclamou, "hoje não preciso pentear meu cabelo."
Atitude é tudo!!!
Seja mais humano e agradável com as pessoas. Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide-se intensamente.
Fale com gentileza.
E, principalmente, não reclame.
Preocupe-se em agradecer pelo que você é e por tudo o que tem!
E deixe o restante com Deus.
Desconheço a autoria.
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terça-feira, 18 de outubro de 2011
Escola de fadas
Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de fadas. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem fadas de verdade, as fadinhas passavam por um estágio.
Durante um certo período elas saíam em duplas para fazer o bem e, no final de cada dia, apresentavam à fada mestre um relatório das boas ações praticadas.
Aconteceu então, um dia, que duas fadinhas estagiárias, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustradas por não terem podido praticar nem um tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, bruxas e dragões, estavam todos de folga. Enquanto voltavam tristes, as duas se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, uma delas, dando um grito de alegria, disse para a outra.
- Tive uma idéia! Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam?
A outra respondeu:
- Você ficou maluca? A fada mestra não vai gostar nada disto!
A primeira retrucou:
- Que nada, acho que ela até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ela.
E assim fizeram. Tocaram suas varinhas invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes. Um deles, após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada disse:
- Por favor, meus passarinhos, não comam toda a minha plantação. Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento.
Naquele momento, ele viu espantado a lavoura crescer e ficar pronta para ser colhida em questão de segundos. Assustado, ele esfregou os olhos e pensou:
- Devo estar cansado - e acelerou o passo.
Aconteceu que, logo adiante, ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro. Mais uma vez, esfregando a testa, ele disse:
- Você fugiu de novo, meu porquinho! Mas a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você.
Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento. Esfregou novamente os olhos e, apressando ainda mais o passo, disse mentalmente:
- Estou muito cansado!
Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça. Ele então tirou o chapéu e, esfregando a cabeça, disse:
- De novo, e o pior é que eu não aprendo. Também não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para minha mulher.
Naquele exato momento aconteceu o milagre. Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente. Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois ele foi despertado pelos gritos do amigo que dizia desesperado:
- Socorro, compadre! Me ajude! Eu estou perdido!
Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente imagens muito fortes de algo que ele não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos. Ele se lembrava que poucos minutos antes eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então, perguntando o que havia se passado, ele ouviu a seguinte história:
- Compadre, nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa; acontece que, poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei:
- Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo. Andei um pouco mais e caí depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez:
- Você fugiu de novo? Por que não morre logo e para de me dar trabalho? Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente? Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa e, ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente: - Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto? Para surpresa minha, compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer! Mas... compadre, o que aconteceu com a sua casa? De onde veio esta mansão?
Depois de tudo observarem, as duas fadinhas foram correndo muito assustadas contar para a fada mestra o que havia se passado. Estavam muito apreensivas quanto ao tipo de reação que a fada mestra teria. Mas tiveram uma grande surpresa.
A fada mestra ouviu com muita atenção o relato, parabenizou as duas pela idéia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida. Só que ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo.
Portanto, muito cuidado com a maneira com que você fala, age e pensa.
Desconheço autoria.
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quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Resista
Resista um pouco mais, mesmo que as feridas latejem e que sua coragem esteja cochilando.
Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais.
Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ímã, mesmo que a desilusão caminhe em sua direção.
Resista mais um pouco, mesmo que os invejosos digam para você parar, mesmo que sua esperança esteja no fim.
Resista mais um momento, mesmo que você não possa avistar ainda a linha de chegada, mesmo que as inseguranças brinquem de roda à sua volta.
Resista um pouco mais, mesmo que a sua vida esteja sendo pesada como a consciência dos insensatos e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas.
Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço e essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas, nascerá para você em breve, desde que você resista.
Resista, porque estamos sentados na arquibancada do tempo, torcendo ansiosos para que você vença e ganhe de Deus o troféu que você merece: a felicidade!
Resista mais um minuto e será fácil resistir aos demais.
Resista mais um instante, mesmo que a derrota seja um ímã, mesmo que a desilusão caminhe em sua direção.
Resista mais um pouco, mesmo que os invejosos digam para você parar, mesmo que sua esperança esteja no fim.
Resista mais um momento, mesmo que você não possa avistar ainda a linha de chegada, mesmo que as inseguranças brinquem de roda à sua volta.
Resista um pouco mais, mesmo que a sua vida esteja sendo pesada como a consciência dos insensatos e você se sinta indefeso como um pássaro de asas quebradas.
Resista, porque o último instante da madrugada é sempre aquele que puxa a manhã pelo braço e essa manhã bonita, ensolarada, sem algemas, nascerá para você em breve, desde que você resista.
Resista, porque estamos sentados na arquibancada do tempo, torcendo ansiosos para que você vença e ganhe de Deus o troféu que você merece: a felicidade!
Desconheço autoria.
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Cuidado, frágil!
Uma taça de cristal não pode ser submetida a impactos, senão ela se parte em mil pedacinhos e não há cola, nem liga que a faça igual de novo.
É como prédio demolido, não dá pra reconstruir com os escombros. Assim também são algumas relações humanas. Por isso que é tão importante medir gestos e palavras quando estamos lidando com pessoas. Pessoas têm carências, angústias, pensamentos, sentimentos e sensibilidade.
Não dá prá subir o tom da voz e achar que tudo vai ficar bem. Nem usar de ironia ou ser impaciente. Ignorar ou agir com indiferença é ainda pior.
As relações humanas precisam ser regadas com amor, flexibilidade, atenção, paciência, enfim, cuidado. A verdade deve ser dita, mas o modo como ela é dita também é importante. E que não seja jamais de maneira ríspida ou cruel.
Pense nisso quando uma pessoa estiver na sua frente, confusa ou até um pouco brava, precisando de atenção, de uma resposta, de uma palavra amiga.
Lembre-se que nesta situação você é sempre a mão que pode impedir a queda do cristal.
Pare para pensar:
Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte!
Konrad Adenauer.
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- Claudia Mei
- É curioso como não sei dizer quem sou. Quer dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobretudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só não exprimo o que sinto como o que sinto se transforma lentamente no que eu digo. Clarice Lispector
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